segunda-feira, 4 de maio de 2015

Hm ...




Definitivamente não estou bem,
pensei que jamais voltaria para meu blog,
venho aqui nos momentos mais tristes
só meus e de mais ninguém

Duvido que alguém me entenda
Duvidava que acordar em um dia belo
e ir dormir em noite horrenda fosse improvável
isso não

As músicas tristes fazem tanto sentido
Cada frase antes não entendida
Cada ditado, dito, escrito e não ouvido
Cada pequena ação rotineira

O que há de errado comigo?
O que houve com você?
Tudo está tão confuso
Tão escuro, sombrio

Todas as músicas acabam
e repetem
e você nunca chega
e fica claro, e fica escuro e você ainda não está aqui

Só nos sonhos mesmo
em pensamentos molhando as bochechas
em visualizações de olhos fechados
e na parte mais profunda do meu coração




terça-feira, 28 de maio de 2013

E se agente descobrir?


Sabe o que aprendí? Não espere um sorriso para ser gentil ou não espere a queda pra lembrar do conselho!  Infelizmente eu  gosto das coisas da minha maneira e isso não é legal, pelo menos as vezes não. Tudo o que pensamos, tudo o que somos surge com nossos pensamentos e com nossos pensamentos fazemos o nosso mundo. Será então que pensei errado? Posso até assumir que errei muito nessa vida, mas estaria eu errando novamente? Sei lá, acho que não, na verdade é mais como um porto seguro, isso não é ruim, não é?
Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem. Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem. Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém. Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também. Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem. Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém... '-' e querem saber.... Aprendi, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola.

domingo, 10 de março de 2013

It's time to say good bye

Hoje o meu dia foi bem assim: Característico! Como de costume, acordei cedo, arrumei a ksa ( já que vida de estudante universitária exige isso ), assistí uns seriados americanizados, estudei um pouco, me distraí, mas ainda sim, não conseguí me ver como eu realmente gostaria. No espelho eu ví alguém forte, decidida, porém fria. Essa pessoa que eu ví não era uma pessoa qualquer, ela é o símbolo de mágoa, de ressentimento, de vingança. Muitas decisões já foram tomadas com sensações de deja vu não acha? mas desta vez? foi a primeira vez que eu não a sentí, desta vez, eu tenho que admitir que meu lado assim por se dizer, mais sombrio prevaleceu. Seria muito bom se um amor fosse pedido assim junto com um cafezinho por exemplo. Mas não é!

domingo, 24 de fevereiro de 2013

A impontualidade do Amor

Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha. Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa? Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio. O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa. O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Você pode esconder, mas eu vejo em seus olhos :(


''Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou de sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa.
Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera.
Estranho e que ela já apanhou demais da vida. Essa moça tem relacionamentos estranhos, acho que ela está condicionada a ser uma pessoa substituta. E quem não é?
A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas?
A moça…ela muito amou, ama, amará, e muito se machuca também. Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar.
Às vezes esse alguém aparece, outras vezes, não. E pra ela? Por quem ela espera?
E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará.
A moça – que não era Capitu, mas também têm olhos de ressaca – levanta e segue em frente.
Não por ser forte, e sim pelo contrário… Por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.”

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O conto dos três irmãos


Era uma vez três irmãos que estavam viajando por uma estrada deserta e tortuosa ao anoitecer... Depois de algum tempo, os irmãos chegaram a um rio fundo demais para vadear e perigoso demais para atravessar a nado. Os irmãos, porém, eram versados em magia, então simplesmente agitaram as mãos e fizeram aparecer uma ponte sobre as águas traiçoeiras. Já estavam na metade da travessia quando viram o caminho bloqueado por um vulto encapuzado.
E a morte falou. Estava zangada por terem lhe roubado três vítimas, porque o normal era os viajantes se afogarem no rio. Mas a morte foi astuta. Fingiu cumprimentar os três irmãos por sua magia, e disse que cada um ganhara um prêmio por ter sido inteligente o bastante para lhe escapar.

Então, o irmão mais velho, que era um homem combativo, pediu a varinha mais poderosa que existisse: uma varinha que sempre vencesse os duelos para seu dono, uma varinha digna de um bruxo queb derrotara a Morte! Ela atravessou a ponte e se dirigiu a um vetusto sabugueiro na margem do rio, fabricou uma varinha de um galho da árvore e entregou-a ao irmão mais velho.

Então o segundo irmão, que era um homem arrogante, resolveu humilhar ainda mais a Morte e pediu o poder de restituir a vida aos que ela levara. Então a Morte apanhou uma pedra da margem do rio e entregou-a ao segundo irmão, dizendo-lhe que a pedra tinha o poder de ressuscitar os mortos.

Então, a Morte perguntou ao terceiro e mais moço dos irmãos o que queria. O mais moço era o mais humilde e também o mais sábio dos irmãos, e não confiou na Morte. Pediu, então, algo que lhe permitisse sair daquele lugar sem ser seguido por ela. E a Morte, de má vontade, lhe entregou a própria Capa da Invisibilidade.

Então, a Morte se afastou para um lado e deixou os três irmãos continuarem viagem e foi o que eles fizeram, comentando, assombrados, a aventura que tinham vivido e admirando os presentes da Morte.
No devido tempo, os irmãos se separaram, cada um tomou um destino diferente.
O primeiro irmão viajou uma semana ou mais e , ao chegar a uma aldeia distante, procurou um colega bruxo com quem tivera uma briga. Armado com a varinha de sabugueiro, a Varinha das Varinhas, ele não poderia deixar de vencer o duelo que se seguiu. Deixando o inimigo morto no chão, o irmão mais velho dirigiu-se a uma estalagem, onde se gabou, em altas vozes, da poderosa varinha que arrebatara da própria Morte, e de que a arma o tornava invencível.

Na mesma noite, outro bruxo aproximou-se sorrateiramente do irmão mais velho enquanto dormia em sua cama, embriagado pelo vinho. O ladrão levou a varinha e, para se garantir, cortou a garganta do irmão mais velho.

Assim, a Morte levou o primeiro irmão.

Entrementes, o segundo irmão viajou para a própria casa, onde vivia sozinho. Ali, tomou a pedra que tinha o poder de ressucitar os mortos e virou-a três vezes na mão. Para sua surpresa e alegria, a figura de uma moça que tivera esperança de desposar antes de sua morte precoce surgiu instantaneamente diante dele.

Contudo, ela estava triste e fria, como que separada dele por m véu. Embora tivesse retornado ao mundo dos mortais, seu lugar não era ali, e ela sofria. Diante disso, o segundo irmão, enlouquecido pelo desesperado desejo, matou-se para poder verdadeiramente se unir a ela.

Assim, a Morte levou o segundo irmão.

Embora a Morte procurasse o terceiro irmão durante muitos anos, jamais conseguiu encontrá-lo. Somente quando atingiu uma idade avançada foi que o irmão mais moço despiu a Capa da Invisibilidade e deu-a de presente ao filho. Acolheu, então, a Morte como uma velha amiga e acompanhou-a de bom grado, e , iguais, partiram desta vida.

terça-feira, 8 de março de 2011

Coisinhas saudosas


Pensando hj... Eu ví quanta coisa passou despercebida a mim! Como exemplo de quando eu estava na quinta série vespertino e chegava em ksa e ouvia a sinhá cantando sucessos da banda mastruz com leite e/ou cavalo de pau, e sempre quando eu chegava ela fingia que não tinha comprado mas sempre comprava kinder ovo pra mim( que na época era 1 real ). Lembro tbm das chiquititas, ah eu gostava sim. Lembro que plutão ainda era um planeta, que quem não tivesse um tênis de luzinha não era legal, do chocolate da turma da mônica ^^
Maquiagem então nem me fale, era coisa de gente grande.. Perdi a conta de quantos tamagushis eu tive pq sempre morriam de fome ou inesplicavelmente paravam de funcionar kkkkkk
Lembro das minhas tantas quedas e principalmente como o methiolate ardia AIAIAIA :(
Sinto falta dos tantos pacotes de fandangos, chitos, batata ruffles que eu abria simplesmente para pegar os tazos ;D ;D ;D
Sinto falta de ligar pra minha vozinha daquele orelhão da esquina que funcionava com fichas ( falava o mais rápido possível para a ligação não cair *--* )
De brincar de esconde-esconde,tica-trepa,queimado,7 pecados, gol a gol com a cheirona, a doninha, o pil e a bé!
Saudades dos geloukos da coca cola, do velho super nintendo, das responsabilidades que eu não tinha...
Bons tempos que... não voltam mais