segunda-feira, 13 de junho de 2011

O conto dos três irmãos


Era uma vez três irmãos que estavam viajando por uma estrada deserta e tortuosa ao anoitecer... Depois de algum tempo, os irmãos chegaram a um rio fundo demais para vadear e perigoso demais para atravessar a nado. Os irmãos, porém, eram versados em magia, então simplesmente agitaram as mãos e fizeram aparecer uma ponte sobre as águas traiçoeiras. Já estavam na metade da travessia quando viram o caminho bloqueado por um vulto encapuzado.
E a morte falou. Estava zangada por terem lhe roubado três vítimas, porque o normal era os viajantes se afogarem no rio. Mas a morte foi astuta. Fingiu cumprimentar os três irmãos por sua magia, e disse que cada um ganhara um prêmio por ter sido inteligente o bastante para lhe escapar.

Então, o irmão mais velho, que era um homem combativo, pediu a varinha mais poderosa que existisse: uma varinha que sempre vencesse os duelos para seu dono, uma varinha digna de um bruxo queb derrotara a Morte! Ela atravessou a ponte e se dirigiu a um vetusto sabugueiro na margem do rio, fabricou uma varinha de um galho da árvore e entregou-a ao irmão mais velho.

Então o segundo irmão, que era um homem arrogante, resolveu humilhar ainda mais a Morte e pediu o poder de restituir a vida aos que ela levara. Então a Morte apanhou uma pedra da margem do rio e entregou-a ao segundo irmão, dizendo-lhe que a pedra tinha o poder de ressuscitar os mortos.

Então, a Morte perguntou ao terceiro e mais moço dos irmãos o que queria. O mais moço era o mais humilde e também o mais sábio dos irmãos, e não confiou na Morte. Pediu, então, algo que lhe permitisse sair daquele lugar sem ser seguido por ela. E a Morte, de má vontade, lhe entregou a própria Capa da Invisibilidade.

Então, a Morte se afastou para um lado e deixou os três irmãos continuarem viagem e foi o que eles fizeram, comentando, assombrados, a aventura que tinham vivido e admirando os presentes da Morte.
No devido tempo, os irmãos se separaram, cada um tomou um destino diferente.
O primeiro irmão viajou uma semana ou mais e , ao chegar a uma aldeia distante, procurou um colega bruxo com quem tivera uma briga. Armado com a varinha de sabugueiro, a Varinha das Varinhas, ele não poderia deixar de vencer o duelo que se seguiu. Deixando o inimigo morto no chão, o irmão mais velho dirigiu-se a uma estalagem, onde se gabou, em altas vozes, da poderosa varinha que arrebatara da própria Morte, e de que a arma o tornava invencível.

Na mesma noite, outro bruxo aproximou-se sorrateiramente do irmão mais velho enquanto dormia em sua cama, embriagado pelo vinho. O ladrão levou a varinha e, para se garantir, cortou a garganta do irmão mais velho.

Assim, a Morte levou o primeiro irmão.

Entrementes, o segundo irmão viajou para a própria casa, onde vivia sozinho. Ali, tomou a pedra que tinha o poder de ressucitar os mortos e virou-a três vezes na mão. Para sua surpresa e alegria, a figura de uma moça que tivera esperança de desposar antes de sua morte precoce surgiu instantaneamente diante dele.

Contudo, ela estava triste e fria, como que separada dele por m véu. Embora tivesse retornado ao mundo dos mortais, seu lugar não era ali, e ela sofria. Diante disso, o segundo irmão, enlouquecido pelo desesperado desejo, matou-se para poder verdadeiramente se unir a ela.

Assim, a Morte levou o segundo irmão.

Embora a Morte procurasse o terceiro irmão durante muitos anos, jamais conseguiu encontrá-lo. Somente quando atingiu uma idade avançada foi que o irmão mais moço despiu a Capa da Invisibilidade e deu-a de presente ao filho. Acolheu, então, a Morte como uma velha amiga e acompanhou-a de bom grado, e , iguais, partiram desta vida.

terça-feira, 8 de março de 2011

Coisinhas saudosas


Pensando hj... Eu ví quanta coisa passou despercebida a mim! Como exemplo de quando eu estava na quinta série vespertino e chegava em ksa e ouvia a sinhá cantando sucessos da banda mastruz com leite e/ou cavalo de pau, e sempre quando eu chegava ela fingia que não tinha comprado mas sempre comprava kinder ovo pra mim( que na época era 1 real ). Lembro tbm das chiquititas, ah eu gostava sim. Lembro que plutão ainda era um planeta, que quem não tivesse um tênis de luzinha não era legal, do chocolate da turma da mônica ^^
Maquiagem então nem me fale, era coisa de gente grande.. Perdi a conta de quantos tamagushis eu tive pq sempre morriam de fome ou inesplicavelmente paravam de funcionar kkkkkk
Lembro das minhas tantas quedas e principalmente como o methiolate ardia AIAIAIA :(
Sinto falta dos tantos pacotes de fandangos, chitos, batata ruffles que eu abria simplesmente para pegar os tazos ;D ;D ;D
Sinto falta de ligar pra minha vozinha daquele orelhão da esquina que funcionava com fichas ( falava o mais rápido possível para a ligação não cair *--* )
De brincar de esconde-esconde,tica-trepa,queimado,7 pecados, gol a gol com a cheirona, a doninha, o pil e a bé!
Saudades dos geloukos da coca cola, do velho super nintendo, das responsabilidades que eu não tinha...
Bons tempos que... não voltam mais

Apenas mais uma mitologia grega


Calypso, uma ninfa do mar da mitologia grega. Vivia em uma gruta na encosta de uma montanha na ilha de ogígia. Era também uma deusa fiandeira,poderosa feiticeira e trazia consigo o poder da vida e da morte.
Um dia Ulisses , filho de poseidon, naufragou na costa da sua ilha e calipso cuidou e por fim acabou se apaixonando por ele. Porém o heroi não podia ficar por que explicou que não poderia deixar sua esposa, seu filho, sua pátria. E calipso mesmo assim o seduzia prometendo até a imortalidade. Prendeu o herói por até 7 anos quando o deus Zeus por compaixão mandou recursos para que o herói construisse uma jangada para conseguir escapar. Poseidon por ira amaldiçoou calipso eternamente prometendo que todo aquele que a ela chegasse,iria se apaixonar perdidamente, porém nunca poderiam ficar com ela tendo sempre que partir. e assim se seguiu a eternidade...