terça-feira, 28 de maio de 2013
E se agente descobrir?
Sabe o que aprendí? Não espere um sorriso para ser gentil ou não espere a queda pra lembrar do conselho! Infelizmente eu gosto das coisas da minha maneira e isso não é legal, pelo menos as vezes não. Tudo o que pensamos, tudo o que somos surge com nossos pensamentos e com nossos pensamentos fazemos o nosso mundo. Será então que pensei errado? Posso até assumir que errei muito nessa vida, mas estaria eu errando novamente? Sei lá, acho que não, na verdade é mais como um porto seguro, isso não é ruim, não é?
Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem. Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem. Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém. Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também. Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem. Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém... '-' e querem saber.... Aprendi, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola.
domingo, 10 de março de 2013
It's time to say good bye
Hoje o meu dia foi bem assim: Característico! Como de costume, acordei cedo, arrumei a ksa ( já que vida de estudante universitária exige isso ), assistí uns seriados americanizados, estudei um pouco, me distraí, mas ainda sim, não conseguí me ver como eu realmente gostaria. No espelho eu ví alguém forte, decidida, porém fria. Essa pessoa que eu ví não era uma pessoa qualquer, ela é o símbolo de mágoa, de ressentimento, de vingança. Muitas decisões já foram tomadas com sensações de deja vu não acha? mas desta vez? foi a primeira vez que eu não a sentí, desta vez, eu tenho que admitir que meu lado assim por se dizer, mais sombrio prevaleceu. Seria muito bom se um amor fosse pedido assim junto com um cafezinho por exemplo. Mas não é!
domingo, 24 de fevereiro de 2013
A impontualidade do Amor
Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha.
Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa?
Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio.
O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.
O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito.
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